Recentemente foi publicado um livro, “After the Software Wars”, sobre o futuro do software. O que me despertou mais curiosidade foi o facto do autor, Keith Curtis, ter trabalhado durante 11 anos na Microsoft e vir defender que o futuro do software é o open source.
Quando se fez referência ao Windows 7 sugeriram falar também de sistemas operativos open source. Referiram o Linux.
O Linux é um sistema operativo usado nos computadores. É o maior exemplo de software livre e de desenvolvimento open-source; ao contrário do WIndows, todo o código de Linux está disponível publicamente para ser verificado, modificado e distribuído por qualquer pessoa.
Um utilizador mais comum tem várias vantagens em usar Linux: antes de tudo, Linux é livre e pode obter uma cópia de uma distribuição para instalar sem qualquer encargo (“grátis”); é um sistema muito robusto, estável e eficiente; é muito seguro para navegar na Internet, e não são precisos Anti-Vírus: não existem vírus para Linux; incluído com as distribuições vem o OpenOffice, que inclui programas semelhantes aos do Microsoft Office e que permitem ver e editar documentos deste, e completamente grátis também.
As barreiras à adopção de utilização mais generalizada de Linux são as seguintes: a grande maioria dos programas que são vendidos e que estão para download na Internet são para Windows, e não correm no Linux; isto inclui os jogos de computador mais vendidos, o Microsoft Office, etc. No entanto, existem vários programas livres equivalentes; os fabricantes de hardware apenas desenvolvem drivers (drivers são a componente de software que permite usar o hardware) para o Windows, o que significa que o seu hardware apenas funciona no Windows; no entanto, são desenvolvidos drivers livres para suportar o mais variado hardware no Linux. O hardware mais recente pode levar algum tempo até ser suportado em Linux; as pessoas, em geral, estão habituadas a utilizar o Windows e têm dificuldade em adaptar-se a um sistema novo; as pessoas, em geral, têm muita dificuldade em instalar um sistema operativo novo. O Windows já vem instalado na maioria dos computadores e por isso nunca é sentida esse dificuldade em relação a este sistema.
Poderá aprofundar mais conhecimentos sobre este sistema operativo no GLUA.
O Windows 7 é o sistema operativo da Microsoft que será o sucessor do Windows Vista. Um dos principais objectivos da Microsoft com este novo Windows é proporcionar uma melhor interacção homem-máquina, permitindo a utilização de telas multi toque (multi-touch) em desktops, ou seja, interagir com suas mãos e possivelmente com a voz no sistema operativo, permitindo o arraste de ícones, janelas e outros objectos com os dedos e abrir programas e executar tarefas com a fala.
O Windows 7 possui uma maior autonomia e menor consumo de energia e está voltado para profissionais ou utilizadores de internet que precisam interagir com clientes e familiares com facilidade, sincronização e troca de arquivos e directórios, assim como Desktop.
Foi lançado a 20 de Novembro de 1985. Windows 1.0 foi o primeiro da família Windows. Inicialmente, o Windows não era um sistema operacional próprio, mas sim uma interface bidimensional entre o DOS e o utilizador. As funcionalidades eram muito limitadas.
Foi difícil fazer com que as pessoas deixassem de lado o DOS, aquele sistema operacional de tela preta e em modo texto, para migrar ao Windows 1.0 em 1985. A primeira versão foi anunciada em 1983 à imprensa, mas atrasou a ponto de chegar às prateleiras somente dois anos depois.
Com a chegada do Windows 1.0 o utilizador ganha uma nova interface bem colorida, o monitor a cores, que era um artefato raro e inacessível para a época, foi o primeiro sistema da Microsoft Corporation a utilizar mouse, janelas e ícones. Nesta versão ainda não havia sobreposição de janelas.
Sem esta invenção não seria possivel fazer isto: colocar um post neste blogue.